O patinho tavu na lagoa... O Menininho tavu na canoa... Se eu fosse uma brabuleta.... Pegavu ele e butavu na maleta....

12/27/2008

nostalgias e saudades



Nessa época, perto do fim do ano e começo de outro, sempre, mas seeeeeeeeeeeeeeeempre mesmo, me provocam uma tristeza doida, uma saudade sei lá do que, uma nostalgia encima de coisas que nem aconteceram mais poderiam acontecer, enfim, eu fico numa briga comigo mesmo sobre isso tudo e a sensação doida de tristeza vence sempre.

O que mais me deixa puto é a sensação do dia 1 de janeiro... a sensação de que nada acabou de fato e de que nada recomeçou...

Isso é bem doido, aí!!!!

Porque temos que comemorar o fim de porra nenhuma e o começo de merda alguma?!?!??!

12/22/2008

Uma coisa sem a outra



Aí eu vi o vídeo e fiquei maravilhado, nossa, lindíssimo!
Aí eu ouvi só a música, sem o vídeo, e achei uma merdinha de música, sem graça...
Aí eu vi o vídeo sem a música e achei meio sem graça também...
Aí coloquei outra música enquanto rolava o vídeo e fiquei maravilhado de novo...

Aí eu desisti de tentar entender essas merdas... foda-se!

12/21/2008

Coisa estranhas sobre Reveillon



Uma vez passei o Reveillon no boteco perto daqui e, quando voltei pra casa, claro que eu estava bebado, vi uma braçada enorme de flores jogada na esquina como se tivesse sobrado... Mas elas estavam lindas, eram brancas, e eu imaginei que ficariam ótimas na minha casa... Já estava amanhecendo o dia e, justo na hora que eu ia pegar as flores, um carro com um poodle na janela, parou do meu lado - no sinal, olha q filho de uma puta - e o raio do cachorro latiu pra mim... Eu tomei um susto e o dono do cachorro fez uma gracinha:

- Tá roubando as flores pra enganar a patroa ou o santo?! - rio - Feliz Ano Novo!!!

Nossa... ele conseguiu me deixar muito... mais muito sem graça!!! E falo sério...

12/13/2008

Passando por um instante sem movimento real



As duas horas da tarde de ontem, eu tive uma sensação doida que o movimento que eu fazia não condizia e nem combinava com o relógio da parede do estabelecimento que eu estava. Foi um lampejo de dormência eclética. Eu sei que eu falava como se eu estivesse me movimentando de acordo, com as duas lindas pessoas q falavam comigo e, sei que elas, eram duas mulheres lindíssimas, também não notaram nada de diferente... mas eu notei, percebi tudo tim tim, por tim tim...

Era um movimento extenuante e leve de mais para o peso da movimentação constante do relógio na parede. Como se eu tivesse me bipartido e consagrado com as duas almas vivas ali o caminho certo da estrada para o mundo irreal, e, por isso, me perdi em horas e horas de chuva e café.

Aí, e veja bem, aí eu passei pela noite sem me preocupar q iria ao encontro de dois irmãos na casa da Grande Dama e hoje vive em sonhos, livre, lívida e feliz... e dentro de tal castelo quase q medieval de tão ilumidado por velas astrais, recebi o amuleto que me confirmou que eu estava certo e, por isso, poderia até falar sobre isso... como faço aqui. Tratava-se de um livro com confirmações sobre o que é pisar no Bello Reino, O reino das Fadas...

Não, nada de mais realmente, talvez pareça tudo de mentira pra ti, que se dá o trabalho de ler isso, mas... é uma verdade sem precedentes de provas, pois não cabe a ninguém acreditar, para que ela exista... é só um simples fato, perigoso, pois chovia muito, porém tranquilo... pois na verdade, por mais q a sensação fosse grande, os edifícios não ruiram encima de mim, como açucares...

12/02/2008

Hoje é meu dia



Eu tava trabalhando aqui aí coloquei um cd pra tocar e nem meio que vi direito de quem era, ai era um cd eletrônico de um grupo português chamado Madredeus... Nossa, eu me vi na ponta de um iceberg esperando meu amor quando começou a tocar "haja o que houver" e aquilo derretia meu coração com falsas esperanças e ao mesmo tempo mantinha a geleira bem gelada!!!

Aí - aquilo que eu acreditava ser meu amor - ligou-me, nessa hora, pra me desejar felicidades e a geleira não derretia embaixo de mim, e meu coração fervia em brasa, mesmo sabendo que nada daquilo era pra mim, e sim para meu dia... sim, hoje é meu dia... e o telefonema foi tão distânte como se eu estivesse nas geleiras da Groelandia mesmo, onde realmente eu queria estar... sim, pois a distância como impossibilidade é muito mais confortável que o não saber porque não pode.

A segurança de ir num iceberg para o mar acreditando que um dia vou encontrar aquilo que já sei onde está e só não posso pegar me deixará, um dia, mesmo demorando esse dia, morto afogado em um lindo coral colorido nos mares do caribe...

Mas, haja o que houver, estarei aqui... a esperar, pois nem me lembro mais o porque, não estamos mais juntos... assim diz a música! Nossa... que dor!