O patinho tavu na lagoa... O Menininho tavu na canoa... Se eu fosse uma brabuleta.... Pegavu ele e butavu na maleta....

2/28/2004

BOBICE PEGA!!!


Passei na LINDA Li e tinha um teste pra ver qual a montanha q'eu seria se fosse...


Eu seria o McKinley!
Qual montanha você seria?


Nem me acho isso tudo não, mas adorei o resultado... se bem que as perguntas, valha-me Deus! O mequetrefe que bolou esse teste divia ter batido a cabeça antes de bolar aquelas resopostas...

2/26/2004

Muitas coisas se espalham pelo chão...


Ventava muito na minha memória no momento em que tomava banho e ouvia, ao longe, o som brega da novela xoxa das 8 horas. Até que veio: “The Close I Get To You...� Uma nova versão eu sei, uma coisa antiga com roupa nova, mas que me fez lembrar de um encontro estranho.

Alguém uma vez me falou que as almas se reencontram aqui, nesse planeta, mesmo encarnadas. Não sei bem quem me falou, mas falou e eu dei ouvido. Assim que o som dessa música invadiu minha mente molhada, me remeteu como um alçapão para um lugar distante daqui, não só fisicamente, como no tempo.

Devia ter uns nove ou menos, de idade e estava numa dessas viagens de família, num hotel fazenda chamado Três Pinheiros. Lá, assim que cheguei, conheci um garoto, mas ou menos da mesma idade que eu, que, mau nos vimos, nos cumprimentamos e ficamos amigos. Parecia que tínhamos noção que o tempo era curto e devíamos aproveitar os segundos daquele que parecia um reencontro. Éramos muito amigos e tínhamos acabado de nos conhecer... Vai entender?! Fizemos muita bagunça por lá, muita traquinagem e caminhadas. Não parávamos de conversar um segundo e, sei lá, acho que nem sabíamos os nossos nomes. Eu, por exemplo, não me lembro de um nome... Lembro-me, vagamente, de um rosto, só isso... Tagarelávamos, arquitetávamos planos, espiávamos, achávamos coisas e, num certo momento, nos calamos. Olhamos pra TVê. Passava o anúncio de um cigarro, um longo anúncio em preto e branco com um casal e um jipe e essa música da Roberta Flack de fundo...

- Adoro essa música – disse ele.
- Eu também acho legal...

E no dia seguinte, não nos vimos mais. Nem sei pra onde ele foi ou se era real mesmo... E, com o tempo, havia até me esquecido desse ocorrido. Lembro-me de falar com Dona Esther sobre esse hotel, e nem me dar conta desse fato... Mas no banho, enquanto chovia e ventava em minha cabeça, a tal música invadiu minha mente e tirou fora essa poeira.

Acho que ando me lembrando de coisas pra ver se consigo esquecer outras...

*Valeu, minha querida Márcia!

2/25/2004

Saiu do forno o tão esperado livro do Iorra que eu ilustrei!!!




"Saiu meu novo livro, chamado "O Livro dos Numeros". Ja esta a venda nas livrarias e Submarino, etc. O livro vem com ilustracoes do Soter Franca Jr e prefacio do Nei Naiff. Espero que gostem!" - Johann Heyss

2/23/2004

Acabou está Merda!!! Ufa...




Esse ano não vai ser
Igual aquele que passou
Eu não brinquei...
E você também, não brincou.

Aquela fantasia de Pierrot
Ficou guardada!
A sua também,
Ficou pendurada.

Este ano meu bem,
Tá combinado.
Nós vamos brincar
Separados!!!


*"Oi patinho
A marcha-rancho "Até Quarta-feira" é de H.Silva e Paulo Setti Foi gravada por Noite Ilustrada, em 1967." - Beijos Helô

2/22/2004

O Mais Normal Baba.


Seu H. namorado meio marido de Dona Lu, me contou que rola aqui em Niterói um bloco chamado O Mais Normal Baba e que é um bando de velhote pinguço e assanhado que sai por aí, cantando, sambando e vestido de maluco, nesse total desanimo que é essa cidade.

O que soube, que eles saem durante o carnaval, quando na cidade não tem ninguém mais. Eles sentam às 11 horas da manhã num boteco – que não me lembro mais qual é – e se entopem de cerveja até as 4 horas da tarde, onde o bloco começa a ameaçar a sair.

Foi-me dito que, muitas foram às vezes, que o bloco nem saiu. Um pançudo gritou de longe:

- Porra! Sai pra quê, merda? Bora beber aqui mesmo!

E o povo todo gritou:

- É isso aí!!! - E o tal bloco, onde começou, ficou até todos saírem arrastados pra casa ou pro hospital, ou pros dois...

Se não me engano, a Shirley Rox já tinha tocado nesse assunto, no seu novo blog com comentários, a tempo da gente poder participar das coisas... mas, o idiota aqui nem se tocou...

*Um à parte do Pato: Patolinus Forrest Gump é seu fiofó!!!*

Bem, ano que vem, estarei nesse bloco, custe o que custar, pois já tenho idade pra participar dessas coisas, nem tentem me impedir!!!

2/21/2004

Uma História, Histórica!



Uma doida conversa de família, depois de um delicioso almoço com todo mundo junto – eu adoooro! – meu Tio, Senhor N. me conta uma história, histórica. Coisa que pouca gente sabe, eu acho, e que é bom de ouvir.

Pois não é que na época de Senhor Getúlio Vargas, Matogrosso oferecia, assim como o estado de São Paulo, resistência ao novo ditador dos trabalhadores. Como em todo estado resistente a uma ditadura, existiam em Matogrosso, olheiros do governo, os famosos dedos-duros, que espreitavam e cuidavam para que não se criassem nenhum movimento ant-governo. O de Matogrosso era bem conhecido... Um bostão gordo feito um porco, temido por toda cidade e odiado também.

Um certo dia, Getúlio Vargas vai visitar Matogrosso. Chega na cidade com seus milhões de guarda costas e, um deles, era um negro grande como um armário que era o que mais se aproximava do tal ditador. Uma espécie de braço - bem musculoso -direito.

Resumindo a história, o tal dedo-duro quebrou o cordão do isolamento presidencial e abriu os braços para o ditador, gritando; Meu General! – Na certa, querendo se exibir para cidade toda, que assistia a chegada de figura tão importante, e assim, mostrar poder. Pois não foi que, o grande guarda costa, num impulso de defesa do seu amo e senhor, acertou com toda força, um baita soco na cara do mequetrefe que, alem de cair sentado no chão, caiu morto. A guarda particular de Getúlio deu um jeito de abafar o caso, levar o corpo e meio que jogar num sei aonde...

A cidade toda suspirou aliviada, e gostou do ocorrido. Sem querer, o ditador os livrou de seu cãozinho particular. Segundo Senhor N., com testemunhos de Dona O. e Dona A. que presenciaram o ocorrido também, este caso do ditador, foi abafado com a ajuda da população inteira que suspirou tranqüila com a sensação de que a justiça foi feita.

2/19/2004

Pano Legal – B. Blanco


Certo dia fui levado
A um samba diferente
Dessa gente da gravata e do plastô, aí, aí...

Bebida servida em taça
Champanhe ao invés de cachaça
Mesmo assim o samba, lá é bom...

Eu vi muita menina bonita
Rebolando, sambando, sambando,
Não sabia que as distintas eram assim...

Se soubesse também como era o ambiente
Descente!
Jogava um Pano Legal, por cima de mim!!!


Conclusão do Pato;

- Odeio carnaval de hoje em dia. Bom mesmo eram os carnavais dos tempos de minha avó! Daqueles tempos que eu ainda não tinha nascido e não tinha que passar por essa merda de ter que ouvir esse mesmo ritmo durante 4 dias, essa Valera Vaquensa computadorizada se sacudindo igual uma boneca em pane, a brilhante narração daquela pentelha da Leci Barangão e aquela musiquinha patética que a porcaria da Rede Bobo cisma que é boa; Na tela da TVê, no meio desse povo...aí que nojo!!! - Suspiros patéticos - Bons Tempos Aqueles!!!

G.R.E.S. (eu acho que era assim) – Pato Fu


Não gosto dos G.R.E.S.
Mas em fevereiro
Tenho que aturar o G.R.E.S.

No carnaval!!!
Suas cabrochas na avenida
Todo mundo sambando...

É uma imposição absurda!
É uma imposição absurda!...

2/18/2004

A trinca de descuidos abstratos.


- Ir até o meio da rua e pegar um cadáver de um passarinho para enterrá-lo na areia;

- Desviar de uma bola que acaba batendo na cabeça de uma senhora deixando-a estatelada no chão. Ao se levantar te olha com toda a fúria de quem agüentaria a bolada, sem problemas;

- Atender ao telefone de uma pessoa que cisma em falar pra você, o que devia ser dito para outro, achando que você vai se lembrar depois;

A minha sorte é que nunca passei por essas coisas... Sou um Pato Feliz!

2/17/2004

Filosofia Pop! Sabedoria das Penas e dos Penares.


Madame MD - As pessoas ficam colocando pedrinhas no saco sem parar e depois não sabem porque o saco transborda... acham que é por causa daquela ultima pedrinha e ficam; mas que bobagem... você está estressada! Ficar nervosa por causa de uma pedrinha dessas... que isso, eu não te entendo! Só que negu esquece das outras pedras que vem colocando, diariamente...

Conclusão do Pato:

>>Lugar de pedra não é no saco... é na Geni, segundo Chico Buarque, ou nus cornus dos abestalhados que nos aborrecem!!!

2/13/2004

Eu sou Rebelde – Lilyan


Eu
Sou rebelde,
Porque o mundo quis assim,
Porque nunca me trataram com amor
E as pessoas se fecharam para mim

Eu,
Sou rebelde
Porque sempre sem razão
Me negaram tudo aquilo que eu sonhei
E me deram tão somente incompreensão

Eu queria ser
Como uma criança
Cheia de esperança
E feliz

E queria dá
Tudo que há em mim
Tudo em troca de uma amizade

E sonhar!
E viver!
E esquecer o rancor

E cantar!
E sorrir
E sentir só amor...

Eu
Sou rebelde,
Porque o mundo quis assim,
Porque nunca me trataram com amor
E as pessoas se fecharam para mim

Eu queria ser
Como uma criança
Cheia de esperança
E feliz

E queria dá
Tudo que há em mim
Tudo em troca de uma amizade

E sonhar!
E viver!
E esquecer o rancor

E cantar!
E sorrir
E sentir só amor...

pronto... chutei o baude!!! não sabe brincar, não brinca!!!