O patinho tavu na lagoa... O Menininho tavu na canoa... Se eu fosse uma brabuleta.... Pegavu ele e butavu na maleta....

10/22/2005

Sonho



"L. - A melhor coisa do mundo é trepar, não importa onde, como e com quem, o importante é trepar!"

Aí fui pra casa dormi... o bar fechou.

Sonhei:

Era uma atmosfera sujona e escura, bem inferninho, e bem de baixo, como as Caves. Eu e todos os meus amigos e amigas fomos pra esse lugar pra se divertir. Descia-se muitas escadas e assim se chegava num lugar (festa) com muita gente estranha lá. Muita coisa acontecendo mas, de cara, tinha uma ânfora grega feita com najas vivas. Era linda a ânfora e, perto dela tinha uns dizeres explicando o trabalho... não li tudo, mas li uma frase do tipo, não toque porque poderá morrer envenenado.

Desci até o bojo da festa e lá tinha uns shows eróticos. Eu só bebia e ficava cada vez mais bêbado - nunca fiquei bêbado em sonho - e os shows eram um saquinho, pois eram modelos (homens e mulheres) lindos, mas que pareciam de plástico. Não tava tesão e era ridículo como esses americanos dançando jazz com poses dramáticas. E era o único ambiente que tinha luz, o resto era escurão, nubladão... Mas era um lugar divertido e a noite tava ótima!

Foi acabando a festa e meus amigos me chamaram pra ir embora, só tinha a xepa no lugar, muita prostituta e mixe. Aí fomos pro lugar onde se pagava a conta e uma puta tentou me roubar. Mas nem rolou... Saquei logo e ela sai fora. Só que tinha um moleque muito puto lá, um mixe bem menino, devia ter seus 18 anos no máximo. E ele tava numa pedra com as pessoas zuando ele. Era uma coisa do tipo, você não é de nada mais, seu tempo acabou... E isso foi até o moleque se irritar e tirar a roupa e mostrar um pau do tamanho de um braço. E ficar batendo com o pau dele na cara de uns coroas que tava perto. O moleque começou a se masturbar na frente de todo mundo e ejacular uma coisa q mais parecia um mingau. Era nojento e saia muita coisa e meio que cagava tudo... nunca vi uma cena tão bizarra na vida. E as pessoas gritavam como se fosse um carnaval, e o moleque num parava, num tinha como ter aquilo tudo de coisa num corpo tão pequeno, magrela. Saia como uma mangueira de mingau a toda. Deu muito nojo ver aquela gente toda lambuzada... e foi quando me deu vontade de sair logo dali. E não dava?!

Simplesmente ninguém sabia onde se pagava a conta pra poder subir... O desespero foi tomando conta não só de mim, mas de todo mundo q estava comigo...

Acordei

Muito estranho como as coisas se traduzem de palavras pra imagens.

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