O patinho tavu na lagoa... O Menininho tavu na canoa... Se eu fosse uma brabuleta.... Pegavu ele e butavu na maleta....

4/28/2005

Onírico Ataque



Entre Sonho e Realidade

... eu estava na mesa do bar com amigos, o A. passou e eu o chamei. Ele tava distante e parecia seguir alguém que não vi, ele me viu chamar, parou, fez que vinha na minha direção e parou, seu olhar era distante. Virou-se pra onde ele vinha e foi embora. Alguém me perguntou; "O que deu nele?" - não tirei os olhos dele, e respondi, "Vou na casa de A." E fui...

... eu tava no bar com ST. Mal cheguei, o J. ligou pra ST. - "Vem para cá, quero ver um vídeo contigo..." - ST. Não pode ir, não quis ir, G. chegou, B. chegou... hora de sair do bar, eu e G pra um lado - "Não quero andar sozinho, vou com G." - B e ST pro outro...

... cheguei na casa do A. com M. e aí falamos sobre as festas que o A. fazia e quebravam tudo... A casa de A. tinha sido invadida por uma enorme raiz de uma enorme árvore... eu e M. sentamos na raiz e ficamos a conversar e vimos que o A. não estava lá. Passou um gato - "Não sabia que A. tinha um gato?!" - M. respondeu - "Mas não tem..." Entramos na casa e Jogamos as roupas na rua, muitas roupas com insetos lindíssimos por elas...Lembro-me de um "Louva Deus" palito, verde cinza e com azas de libélula. "Magnífico", eu disse..."Estragam as Roupas!" - M. disse...

... falávamos de barata no bar. G. teimou comigo que barata é nocivo a saúde. St. Falou que não era e falou de outros insetos... respeitamos os insetos... "Mas eu mato baratas!" - disse G. e depois falou de um grilo lindo e verde, com asas estranhas e que pousou em sua orelha - uma certa vez - esperança, o nome do bicho... eu disse...

... eu e M. escolhemos roupas e saímos, tava já muito escuro. Já éramos mais pessoas indo para a casa de P., tínhamos um francês entre nós - não sabia se sabia realmente quem era aquele cara - ele era estranho, parecia estar bem bêbado e pegou a roupa errada, pegou uma camisola e a camisola não entrava nele. Ele ria muito, eu o levei a casa de P., lá consertavam roupas... Tinha muita gente querendo entrar, só entrou eu e o gringo... Na camisola um grande Gato Negro. "Veste isso" - eu falei - "Mas não cabe.." - Ele disse - "Tenta..." Ele vestiu e a camisola lhe caiu tão bem que ele ficou até mais bonito... Como um romano... A bebedeira passou dele, e ele entro na casa com uma intimidade, parecia que era dali ele. P. apareceu e me chamou pra ir ao jardim... No Jardim faziam um desenho no chão, um hexágono enorme e um menor dentro. Colocavam olhos de vidro nas pontas e falavam sobre o cio dos gatos, sobre quando eles entram na idade sexual, e sobre a vontade de ir pra rua... riam enquanto comentavam, e eu vi um gato lindo, felpudo q sempre brincava com P. - "Você cria esse gato?" - P. responde; "Claro..."

... encontrei o A². na rua acompanhado de alguém, falaram de teatro, de folclore e de mudarem pra uma casa pequena, porém com um quintal enorme! Um quintal enorme... cheio de espaço... 900m²... A². estava com planos e amando a nova casa, que ainda não estava pronta...

...no jardim de P. começou um ritual de acasalamento - foi o que eles disseram - sobre a saída do gato, "ir para a rua". Me colocaram no meio do hexágono e ficaram nas pontas orando, em língua que não reconheci. Eu entrei em tranze... flutuei, senti meu espírito sair... e rodar... uma música vinha na minha mente..."hora do gatinho ir pra rua..." - vozes infantis de fantasmas - "Tenho horror de fantasmas" - pensei
O ritual acabava, todos saíam e eu ficava no jardim, vendo tudo diferente, em câmera lenta e muito rápido. P. vem ao jardim chorando - não de tristeza, de emoção explosiva - e me dá um copo com um liquido - "Bebe isso" - falava entre soluços.

...eu tava na UERJ e muitas pessoas entrando na porta. Eu tava esperando W. e V. para ir falar com D. Estava esperando e um gato lindo veio até mim, pulou no balcão do meu lado e começou a se esfregar em mim... Um homem fala; "Engraçado, nunca vi ele fazer isso com ninguém... e eu trabalho aqui a muito tempo!" Eu nem respondo, carinho um pouco o gato... W. chega, vamos até V. e subimos pra ver D. Ficamos perdidos nos corredores da UERJ e V. fala; "Tem muitos alunos que se suicidaram dessas rampas..." "Eu entendo." - digo - "Prédio horroroso, sombrio... parece um enorme hospício, ou um presídio... sei lá!"

Tem mais coisas... mas paro por aí, não é censura, é que to enlouquecendo mesmo...

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